Resenha de filme: A Chegada

Nem preciso começar esse post dizendo o quanto eu sou obcecada com filmes sobre aliens e invasão alienígena. Caso precise checar, é só verificar meu último post. Então quando anunciaram A Chegada, um filme sobre aliens que a personagem principal é uma linguista, nem preciso dizer o quanto estava empolgada para vê-lo.

A primeira coisa que você precisa saber sobre A Chegada é que ele é um filme que eu chamaria de quieto. Não há muitos efeitos especiais, não há grandes explosões nem nada extremamente empolgante durante as quase duas horas e meia de filme. No entanto, é um filme que conseguiu me encantar de tal maneira que mal posso explicar.

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Oy com o revival de Gilmore Girls!

Na última sexta-feira a Netflix lançou o tão esperado retorno da série Gilmore Girls, que todos os fãs estavam ansiosos para assistir. Foram quatro episódios de mais ou menos uma hora e meia de duração, cada um se passando em uma estação diferente e contando a história de um ano na vida das Gilmore atualmente.

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Com um revival produzido pela amada Netlix e marcando o retorno da criadora, Amy Sherman-Palladino, como roteirista e diretora, foi difícil controlar a empolgação. Sem contar, é claro, que a grande maioria do elenco estava de volta para reviver seus antigos papéis e mais uma vez teríamos a chance de estar naquela cidadezinha charmosa que há anos roubou nossos corações.

Então, vem. Segura minha mão e vamos conversar um pouco mais sobre Gilmore Girls: Um Ano Para Recordar.

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Repeteco: uma nova chance para um enredo clássico.

Você provavelmente já leu uma história dessa tipo: personagem X faz uma coisa. Essa coisa, obviamente, tem consequências. Personagem X não gosta das consequências e descobre um item/ ação que faz com que ele volte ao passado e refaça suas ações. No final, porém, as consequências de voltar ao passado e mudar tudo são piores do que as originais.

É, Repeteco é basicamente isso, mas elementos novos trazem uma perspectiva diferente para essa nova história de Bryan Lee O’Malley (criador de Scott Pligrim vs. O Mundo).

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Pavê Mix: Aliens & Extraterrestres

Este post veio em paz para trazer algumas recomendações para você nessa bela tarde de sexta-feira.

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Sou uma pessoa que tem um gosto meio duvidoso, confesso, e há alguns elementos que facilmente me convencem a investir tempo em uma história. Entre eles: cowboys, aliens, sereias, histórias de trem, crimes antigos, dragões. Como pode ver, é relativamente fácil me fazer interessar por alguma história. Não precisa nem ter um gênero certo, se tiver esse elemento, eu estou pulando dentro.

Pensando nisso, pensei em fazer aqui uma listinha com recomendações temáticas de vez em quando. Essas listas podem incluir todo tipo de mídia: livros, novelas, contos, podcasts, seriados e filmes. E assim nasceu o Pavê Mix.

Nesse primeiro post, temos um foco: histórias de extraterrestres. Invasão alienígena, alienígenas infiltrados, clássicos e novos. Estou focando em invasões alienígenas por preferência, ou poderia listar aqui todos os episódios de Doctor Who, Star Trek ou o Guia do Mochileiro das Galáxias. Mas esses são outras espécies de aliens, que deixarei pra uma outra vez. O foco aqui são as relações entre aliens e a Terra. Então vamos lá?

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Crazy Ex Girlfriend: a influência da depressão no amor.

Se você já esteve apaixonado por alguém você provavelmente já fez alguma coisa levemente fora do normal. Talvez você tenha começado a beber cerveja, ou gostar de boxe ou, em um caso extremo, feito uma tatuagem (se você fez isso eu realmente espero que você não tenha se arrependido dela. Tipo, realmente espero, do fundo do meu coração). Mas você provavelmente não largou um emprego com um salário absurdamente alto e se mudou pro outro lado do país por um ex que você namorou aos 16.

Bem, Rebecca Bunch (Rachel Bloom), da série Crazy Ex-Girlfriend (criada pela própria Rachel), fez isso.

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Webcomics independentes: uma alternativa para as grandes HQs

Eu sempre fui uma criança que gostava de ler. Meus pais tinham um acordo comigo: A cada boletim escolar com notas boas, eu ganharia um presente de minha escolha. Ganhei uma Barbie sereia maravilhosa nessa e também livros que me acompanham até hoje e que reli até a exaustão. E, também, uma coleção de mais de quinhentos gibis da Turma da Mônica.

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O tempo passou e os gibis dividiram seu espaço com as webcomics. A primeira que eu acompanhei não foi nada menos do que Nimona, da Noelle Stevenson – a história de uma menina metamorfa que rendeu à então estudante de Maryland Institue College of Art o prêmio de “Best Web Comic de 2012”, pela Slate, de melhor webcomic de 2014, pela Paste Magazine e, claro, o Eisner Award em 2015 e a nomeação para o National Book Award do mesmo ano. Nimona também fui publicada em formato de graphic novel pela HarperCollins em 2015, teve seus direitos vendidos para uma adaptação animada e, recentemente, foi lançada aqui no Brasil pela Intrínseca, com tradução da Flora Pinheiro.

Nimona também abriu novas portas de leitura para mim. De repente, eu percebi que existiam milhares de webcomics disponíveis de graça na internet, com toda sorte de artistas trabalhando duro para colocar suas histórias mundo afora. No post de hoje, apresento duas webcomics que venho acompanhando há quase dois anos e uma outra de uma das minhas artistas favoritas que começou recentemente, todas em um inglês bem tranquilo de entender – e escritas por minas fantásticas!

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Manifesto contra chick-lit/chick-flick

Esse título ficou polêmico, mas não era essa a intenção (ok, pode até ter sido um pouquinho), mas só pra esclarecer desde o começo: não irei falar mal de obras que são colocadas nesse gênero. Não, o ponto deste texto é problematizar e buscar causar uma reflexão sobre o uso dessas denominações – chick-lit, chick-flick.

Pra quem não sabe, os termos chick-lit e chick-flick são utilizados para definir, respectivamente, gêneros de livros e filmes que tratam sobre questões de mulheres modernas (seus amores, suas desventuras, suas conquistas, etc.). A protagonista geralmente é uma mulher e quase nunca falta uma história de amor nesses subgêneros. E não tem absolutamente nenhum problema nisso. Meu problema com chick-lit e chick-flick – que vem me incomodando há muuuuuito tempo – vai além do produto que é definido dessa forma. Como já disse, é sobre esses termos que devemos repensar.

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