Resenha: Boy Meets Girl

Aproveitando que hoje é o último dia de janeiro e que esse está sendo o mês da visibilidade trans, como a Laura já falou no post dela, decidi vir falar um pouquinho sobre um filme gracinha que merece um pouco mais de atenção. Gosta de representação e histórias que dão calor no coração? Então vem comigo e vamos falar mais sobre a comédia romântica Boy Meets Girl (2014).

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[Descrição da imagem: Duas mulheres, as personagens Ricky e Francesca, lado a lado, olhando para além da câmera. Ricky parece pensativa e Francesca tem uma expressão de confusão.]

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Hoje é o Dia dos Quadrinhos Nacionais: então vem ler!

Se você segue a gente no twitter e no instagram, já sabe: hoje é dia do quadrinho nacional! Quem nunca leu um gibi da Turma da Mônica que atire a primeira pedra. A turminha do Maurício de Sousa acompanha os brasileiros há mais de cinquenta anos, e muita gente aprendeu a ler justamente com essas histórias. Pro pessoal que curtia desenhar, então, a ideia de trabalhar nos estúdios do cartunista era um sonho.

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Mas não é só de coelhadas e vestidos vermelhos que a gente vive, então que tal descobrir (e apoiar) novos artistas? No post de hoje, apresentamos uma lista com histórias em quadrinhos dos mais variados estilos e gêneros e umas dicas extras pra você que quer entrar nesse mundo ou só quer mesmo conhecer histórias novas!

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Timeless: a série de sci-fi problematizadora do rolê

O Pavê de hoje traz uma dica de série que vai te fazer viajar pelo tempo, conhecer os maiores eventos da história estadunidense, problematizar e ainda dar uns berros de tanto rir. Conheça Timeless, a nova série de ficção-científica da NBC.

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[Descrição da imagem] Um homem (Rufus), uma mulher (Lucy) e outro homem (Wyatt) olhando para frente com expressões de surpresa.

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Conheça o #desafiopave!

Se você é como a gente, deve ter uma pilha enorme de livros não lidos e uma das suas resoluções de Ano Novo é dar um fim nela — ou, pra ser mais realista, pelo menos diminuí-la bastante. Ou só um pouquinho. A gente se ilude, né? Mas aí vem aquela dúvida: Por onde começar? Nessas horas, muita gente recorre aos desafios literários, essas listinhas que acabam nos orientando na hora de escolher um livro, sugerindo um tema ou critério por mês.

Pois bem, nós do Pavê temos a nossa própria listinha interna. Pra quem não sabe (aliás, ninguém deve saber, já que a gente nunca falou disso aqui, rs), o blog surgiu a partir de um clube do livro — que ainda existe, mas hoje é fechado e virou mais um grupinho de amigos que fica falando um monte de besteira no WhatsApp e uma vez por mês vai pro Facebook conversar sobre um livrinho previamente escolhido. Todo fim de ano, a gente faz uma lista, geralmente adaptada de uma lista já existente por aí. Cada um de nós pode indicar até dois livros pra cada mês e votar em cinco. O livro mais votado é o escolhido e é discutido no fim do mês. Ao longo dos anos, resolvemos fazer a mesma coisa pra HQs e filmes, e esse ano resolvemos compartilhar essas listas com vocês. Esse post vai trazer não só os livros, HQs e filmes escolhidos como também as indicações! Ou seja, se você quiser seguir nossa lista, vai ter várias sugestões pra cada mês.

Além de compartilhar as listas, no começo de cada mês a gente vai ter posts especiais sobre o livro, a HQ e o filme do mês anterior, com as nossas impressões e reflexões a respeito deles. E, se você quiser, pode compartilhar as suas próprias usando a tag #desafiopave! Escreve uma resenha, faz uma thread no twitter, tira umas fotinhos do livro — qualquer coisa — e usa a hashtag e/ou marca a gente no Twitter, no Facebook ou Instagram que a gente compartilha e troca umas ideias! Quem sabe assim você finalmente diminui sua pilha ou sai daquele reading slump? Segura na nossa mão e vai!

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Sense8, união, e a expansão da consciência humana

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Com a proximidade da estreia de sua segunda temporada, prevista para 05 de maio desse ano, chegou a hora de (finalmente) comentarmos sobre Sense8 – uma das criações do serviço de streaming Netflix e que vem impressionando, desde que foi oficialmente lançada em junho de 2015, àqueles que a assistem. Essa é mais uma das séries com as quais você com certeza já deve ter se deparado por aí, seja por sua excelente recepção crítica ou pela imensa quantidade de fãs que conquistou, após uma temporada de doze incríveis episódios e, recentemente, em dezembro do ano passado, um especial de duas horas de duração.

De qualquer maneira, é inegável que Sense8 se tornou um enorme sucesso e que só tem ganhado mais reconhecimento conforme os dias passam. Agora, é o momento de relembrar os importantes ensinamentos da série, refletir sobre as mensagens que a mesma nos transmite e, em nível equivalente, te apresentar os vários motivos pelos quais você deveria começar a acompanhá-la.
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A Incrível Aventura de Rick Baker, de Taika Waititi

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A gente sempre tem um (ou dez) autor favorito. Aquela pessoa que sabe escrever de um jeito que não te faz largar o livro, seja por ter um estilo de escrita fantástico ou por criar personagens maravilhosos. A gente também sempre tem um diretor favorito. Às vezes você nem sabe direito, mas já assistiu uns três filmes de uma mesma pessoa e amou todos.

Na minha listinha de diretores favoritos, você vai encontrar o mexicano Guillermo del Toro (responsável por meu amado Círculo de FogoHellboy, O Labirinto do FaunoCaçadores de Trolls e mais outros) e o estadunidense Wes Anderson (dos famosos Moonrise Kingdom e O Grande Hotel Budapeste e meus favoritos A Vida Marinha com Steve Zissou e O Fantástico Sr. Raposo). Mas também vai encontrar Taika Waititi, o australiano responsável por What We Do in the Shadows (que eu já comentei aqui!), por um dos próximos filmes da Marvel, Thor: Ragnarok, e por Hunt for the Wilderpeople – A Incrível Aventura de Rick Baker aqui no Brasil. Continuar lendo

Resenha do filme: Sete Minutos Depois da Meia Noite

A história de uma criança, ou pré-adolescente, sendo ajudada por seres sobrenaturais a enfrentar alguns desafios em sua vida já é um enredo conhecido. O filme Sete Minutos Depois da Meia Noite (A Monster Calls, 2016) não traz inovações nesse sentido, entretanto, isto não o impede de fazer com que fiquemos extremamente comovidos ao acompanhar a trajetória de Connor. A obra é dirigida por J. A. Bayona, mesmo diretor de O Orfanato, com atuação de carinhas bem reconhecíveis, como Felicity Jones e Sigourney Weaver (também conhecida como Tenente Ripley).
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Quimera: a novidade da Pagu Comics, e sua intrigante estreia

Já fazia algum tempo que eu tava empolgada com o lançamento do quadrinho Quimera, nova obra do selo Pagu Comics, e quando o dia de lançamento finalmente chegou, eu fiquei animadíssima de poder ler. Se minhas expectativas acabaram me decepcionando? Nenhum pouco! E é por esse motivo que a dica de hoje do palê é essa incrível HQ brasileira, então vamos lá falar um pouquinho mais sobre ela!

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[Descrição da imagem: A ilustração de capa de Quimera, em que vemos Anna de lado, segurando um celular, mas encarando a câmera; Nicole desenhada de forma maior atrás de Anna, também encarando a câmera com um suave sorriso; e as duas imagens contornadas pela silhueta de um rosto feminino, pintado em cores rosa e roxa.]

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Trolls: muita cor, muito glitter e o que é felicidade

Então é 2017, o Pavê voltou e eu vim trazer uma recomendação fresquinha para você nesse começo de ano. Começar o ano com uma animação, por que não? E ainda melhor, com muito glitter. Às vezes acho a Pixar superestimada demais, não discordo do incrível trabalho do estúdio de animação, mas vamos exaltar outros estúdios que merecem tanto quanto também! A Dreamworks vem crescendo cada vez mais em suas últimas produções e Trolls é a prova disso. Uma ideia bacana, uma produção impecável, uma trilha sonora maravilhosa e uma história cheia de vida.

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Queria começar falando que o filme foi inspirado nos bonecos trolls de 1980 e 90, aqueles do visual pelado e cabelos coloridos super arrepiados. E quem não lembra daquela versão meio trolls meio bratz do McLanche Feliz? Tem até algumas referências aos bonecos no começo do filme. Preciso admitir que Trolls foi uma surpresa boa. A primeira vez que vi o anúncio do novo filme não liguei muito, inclusive fiquei com a sensação que o filme e o roteiro tinham uma pegada meio Smurfs (que confesso, não gostei muito) e não estava animada não. Mas então ouvi comentários empolgados de pessoas que assistiram, fiquei animada e fui conferir. Não me decepcionei. Tentarei falar aqui alguns dos motivos que faz esse filme tão bonito e encantador, sem entregar muito para você ter a chance de experienciá-lo pelos seus próprios olhos.

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