Contos de terror pra curtir o Halloween

O Halloween está chegando!! E, com ele, o fim do Pavê Trevoso também 😦 Mas antes de entrar no clima natalino (porque né, é assim que a gente funciona quando o fim do ano se aproxima), ainda dá tempo de aproveitar esses últimos dois dias de outubro! Como? Lendo contos de terror, que tal?

Um Dia Dia das Bruxas Nem Um Pouco Épico é uma coletânea de contos organizada pelo blog Nem Um Pouco Épico, da Bárbara Morais. Seguindo a proposta de curtir o feriado gringo, a coletânea é composta por treze contos que se passam nessa noite trevosa no nosso mundo – ou em universos de sonhos e pesadelos. Como a própria sinopse promete, aqui a gente encontra “histórias de heroínas, de tatuagens malignas, de bibliotecas penumbrosas, garotinhas assustadas e outras um pouco corajosas, de monstros fantasiados de humanos e humanos fantasiados de monstros”. Ou seja, é história pra todo mundo – quem tem medo e quem não pensa duas vezes antes de se jogar no escuro.

um dias das bruxas nem um pouco épico

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Mãe!

Chegou na hora de falarmos aqui no Pavê Trevoso sobre um dos filmes mais controversos desse ano: Mãe! de Darren Aronofsky. Vendido por todo lado como um clássico filme de terror — o trailer mostrando paredes sangrando, Jennifer Lawrence gritando — não poderia ter feito um marketing mais errado. Ou talvez, era o único jeito como sabiam vender esse filme. Uma coisa é certa: eu nunca vi nada igual Mãe!

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Coraline: Filme e Livro, a essência do medo e da coragem através de fantasia e surrealismo

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Coraline Jones. Você já deve ter ouvido falar dessa garota. Além de sua obra original, também possui uma adaptação para os cinemas e tanto a obra original quanto a adaptação são bem famosas. Pode ser que você já tenha lido o livro, mas de repente não parou para conferir o filme. Pode ser que você tenha assistido o filme uma pá de vezes, porém nunca chegou perto do livro. Ou você gostou da história o suficiente para conferi-las de todos os jeitos. Hoje venho falar da história de Coraline: uma resenha tanto do livro e outra do filme, comparações, conclusões e porque você devia conhecer essa história e porque ela se encaixa tão bem nesse Pavê Trevoso.

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WYTCHES: esqueça tudo que você sabe sobre bruxas

Bruxas são uma das criaturas mais icônicas do imaginário sobrenatural. Por isso, é comum vê-las representadas nos mais diversos formatos. Seja em American Horror Story, Charmed ou Sabrina: Aprendiz de Feiticeira são muitas as semelhanças entre elas. Se fecharmos os olhos nós somos capazes de imaginar uma bruxa nos moldes das tantas que vimos.

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[Descrição da imagem: Em destaque, vemos a capa do primeiro volume da HQ “Wytches”.]

Mas Wytches, de Scott Snyder, nos apresenta a bruxas que nós nunca sonhamos que poderiam existir. Desde a grafia do título – usada durante toda a história, aos traços e cores, as bruxas de Wytches não são como as que nós conhecemos. Nós até queríamos que fossem, mas estas são bem piores.

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The Path: as dores e perdas de amadurecer

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Na Sexta Livre de hoje trazemos mais um post do universo dos games e mais uma coisinha especial: um convidado escrevendo sobre! Joris veio trazer um pouco das suas impressões sobre o jogo The Path, para que trilhassemos juntos essa jornada.

Enfrentar pela primeira vez o significado da morte. Levar “rasteiras” de pessoas que confiávamos e resolvem nos trair. Lidar verdadeiramente com o sexo, com o qual apenas enxergávamos sob uma aura misteriosa e ao mesmo tempo atraente. Descobrir que há coisas terríveis sobre nós mesmo, características que não gostaríamos de possuir. Tantas e tantas experiências que nos traumatizam. E nos fazem crescer.

Crescer é aterrorizante.

Crescer significa questionar o que os seus pais, familiares e professores te ensinam que é certo desde que você é pequeno. Crescer significa também saber que as respostas estão a nosso alcance, apenas esperando para serem descobertas, mas para que façamos isso, nós precisamos sair da Trilha.

Precisamos sair do caminho que nos ensinam ser o mais seguro e correto para explorar os lugares estranhos e misteriosos, onde se escondem sentimentos e desejos novos. O ato de explorá-los é assustador e desorientador, mas nós precisamos fazer isso porque se continuarmos na Trilha e nunca explorarmos a floresta escura e estes sentimentos, nós jamais saberemos nada sobre a vida e sobre nós mesmos.  Viveremos uma mera projeção da Trilha que traçaram para nós.

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Assim na Terra Como No Inferno: um caça-tesouro de terror

O filme sobre o qual vim falar hoje no Pavê Trevoso não é um laçamento nem nada do tipo. O longa estreou em 2014, dirigido pelo John Erick Dowdle, e eu nunca tive lá muita vontade de ver, mas olha… Ainda bem que decidi dar uma chance pra Assim Na Terra Como No Inferno. E vim aqui hoje pra tentar fazer vocês fazerem o mesmo!

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Frankenstein, a primeira obra do gênero literário ficção científica

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[Descrição da imagem: Uma pilha de dois livros com a coletânea com as obras Frankenstein, O Médico e o Monstro e Drácula, da editora Martin Claret; acima, edição de Frankenstein da editora Zahar e um crânio decorativo.]

Nada melhor do que trazer ao nosso Pavê Trevoso um dos maiores e mais tradicionais nomes do terror mundial. Por isso, no post de hoje, refletimos sobre Frankenstein, sua importância não apenas para a literatura mundial como também para a cultura pop e, principalmente, te introduzimos aos seus primórdios. Vem com a gente explorar o famoso conto!
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