Pavê de Vó: ALIAS – Codinome Perigo

Sábado é dia de Pavê de Vó e hoje a gente vai relembrar uma série de 2001, mas que, infelizmente não é tão conhecida. A rainha injustiçada das séries de espionagem, a criadora das melhores reviravoltas da televisão: pode entrar, ALIAS!

Apesar de ter feito bastante sucesso lá fora, aqui no Brasil o nome dessa série ainda causa estranhamento. Mas não deveria pois ela foi responsável por impulsionar as carreiras de Jennifer Garner, Bradley Cooper e do seu criador, J.J. Abrams. Sentiu o peso? Então vem saber um pouquinho mais sobre esse tesouro escondido.

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[Descrição da imagem: Vários quadros mostram os diferentes disfarces de Sydney Bristow, personagem principal da série e interpretada pela atriz Jennifer Garner.]

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Pavê de Vó: Avatar – A Lenda de Aang

Água. Terra. Fogo. Ar. Há muito tempo, as nações viviam em paz e harmonia. Mas aí, tudo isso mudou, quando a Nação do Fogo atacou. Só o Avatar domina os quatro elementos e pode impedi-los, mas quando o mundo mais precisa dele, ele desaparece. Cem anos se passaram e meu irmão e eu descobrimos o novo Avatar, um garoto dominador de ar. Embora sua habilidade com o ar seja ótima, ele tem muito o que aprender antes que possa dizer: “Eu sou o Aang”. Mas eu acredito que o Aang pode salvar o mundo.

[MÚSICA ÉPICA]

Se você leu esse parágrafo com a voz da Katara e até ouviu o tema de Avatar na sua cabeça no finalzinho, então você é dos meus, mas esse post não é pra você. Agora, se você não faz IDEIA de quem é Katara ou como é pra ser a musiquinha que toca no final, então agora vai ficar sabendo de tudo isso e muito mais, porque o Pavê de Vó de hoje é pra te apresentar esse universo relativamente recente (mas que já tem mais de 10 anos, e por isso já tá nessa categoria nostálgica do blog) e que, felizmente, ainda está em expansão. Enfim, VAMOS LÁ!

A abertura do desenho, em inglês, só pra vocês ouvirem a musiquinha.

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Pavê de Vó: Os filmes d’Os Trapalhões

éVocê, assim como eu, se lembra de todo dia sentar no sofá para assistir os filmes da Sessão da Tarde na sua infância? E quantos desses filmes não eram protagonizados pelo quarteto de comediantes mais famoso do Brasil? Os Trapalhões fizeram parte da infância de muita gente, incluindo a minha, e eu genuinamente me divertia muito com as comédias desses quatro. Como lembro bem pouco dos filmes mais antigos deles, achei que seria legal reassistir alguns, resgatar essa nostalgia e comentar aqui no Pavê de Vó. Se interessou? Então vem comigo!

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[Descrição da imagem: Os quatro trapalhões – Dedé, Zacarias, Mussum e Didi – lado a lado, olhando para frente. Dedé parece estar falando, Zacarias sério, Mussum apontando para frente rindo e Didi sorrindo.]

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Pavê de Vó: Kiriku, sua curiosidade, seus encantos e seus ensinamentos

Kiriku e a Feiticeira (Kirikou et la sorcière) marca o início de uma saga de reflexões e questionamentos, vivenciada através da perspectiva do absurdamente poderoso e cativante Kiriku. A animação francesa de 1998 é baseada em uma lenda africana que o diretor, Michel Ocelot, conheceu durante a infância na Guiné, na África Ocidental. Após o primeiro filme, o mesmo diretor continuou a contar as incríveis histórias em Kiriku 2 – Os Animais Selvagens (2005) e em Kiriku, os Homens e as Mulheres (2012).

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[Descrição da imagem: Kiriku coloca algo na boca da sua mãe, que está desfalecida.]

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Pavê de Vó: Lilo & Stitch e o significado de família

A essa altura é irrelevante eu falar que tenho uma paixão por animação, mas vou falar mesmo assim: eu amo desenhos. Amo mesmo. E óbvio que como fã de carteirinha dessa arte, eu tenho meu filme favorito da Disney, que vai ser o assunto do texto de hoje.

Lilo & Stitch conta a história de Lilo, uma menina de 6 anos que vive com sua irmã, Nani, em Kauaʻi, uma ilha do Havaí. Um dia, após ser visitada pelo agente social Cobra Bubbles, Nani leva Lilo para adotar um cachorro, e lá elas se encontram com Stitch. O único porém é: Stitch não é um cachorro, e sim um alienígena fugitivo ilegal criado pelo Dr. Jumba, cuja única função é destruir. O filme acompanha Lilo e Nani se ajustando à vida com Stitch. Mas vamos analisar outras coisas do filme.

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[Descrição da imagem: Cena de Lilo & Stitch em que vemos uma foto de todos os personagens reunidos em torno de uma mesa  comendo e conversando.]

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Pavê de Vó: Jurassic Park

Jurassic Park é um dos filmes mais icônicos já feitos na história do cinema. Você pode não ter assistido, mas alguma parte de você sempre vai lembrar da clássica cena do tiranossauro rex perseguindo o jipe no meio da floresta.

É estranho pensar que a maioria das pessoas na verdade não chegou a ver a trilogia de filmes lançada por Spielberg em 1993. Para mim acaba sendo um filme nostálgico que marcou muito a minha infância. Talvez esteja na hora de dar uma chance para eles também.

Então aqui vão dez bons motivos para você assistir Jurassic Park.

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A franquia Ghostbusters e seus altos e baixos

Não é novidade para ninguém que Hollywood adora remakes. Seja de filmes estrangeiros bem recebidos pelo público (Olá, Train to Busan) ou de sucessos dos anos 80 e 90, estamos sempre sendo bombardeados por anúncios de novos filmes e seriados que, muitas vezes, causam tanto ou mais falatório que seu original.

No começo do ano passado, o primeiro trailer do remake de Ghostbusters foi lançado no YouTube e, bem, você já sabe o que aconteceu. A internet fez o que faz de pior, destilando machismo e racismo até a exaustão – e ainda continuou depois disso. O vídeo foi parar na lista de Most Disliked Videos do site, recebendo mais de um milhão de reações negativas. Atualmente, o trailer ocupa a 11° posição nessa lista, depois de videoclips de Justin Bieber, Rebecca Black, Miley Cyrus e Nicki Minaj. Isso tudo antes mesmo do filme ser lançado nos cinemas.

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Há muito a ser dito sobre a recepção do reboot. Ghostbusters, até então, era uma franquia relativamente esquecida, se pensarmos no impacto que outras (como Star Wars e Indiana Jones) tiveram na cultura pop atual. A continuação do primeiro filme, lançada quatro anos depois do original, foi bem criticada na época – e, até hoje, muita gente defende o esquecimento do mesmo. Por que, então, uma onda de ódio tão grande levantou-se frente a um reboot até então inofensivo, uma vez que ninguém havia assistido a obra e poderia dizer se a mesma “estragaria” ou não o original?  A resposta, a gente já sabe.

Ainda ano passado, em resposta a esse ódio todo, resolvi assistir os filmes originais. Até então, eu não havia ligado muito para a franquia e, verdade seja dita, eu era medrosa demais quando criança pra me misturar com fantasmas e demônios dos anos 80. Mas como planejava assistir ao reboot no cinema e não queria correr o risco de perder nenhuma referência,  me armei de pipoca, laptop e twitter – e comecei a experiência. Continuar lendo