A HQ Alho Poró, da Bianca Pinheiro

No post de hoje, eu venho falar sobre uma HQ de uma quadrinista que eu já falei aqui. Alho Poró da Bianca Pinheiro é seu quadrinho mais recente e foi publicado de forma independente por financiamento coletivo no Catarse. Caso você não conheça, a Mamá já falou sobre o Catarse aqui nesse post. Muitos quadrinhos independentes são publicados por financiamento no Catarse, então fica de olho nos nossos posts sobre quadrinhos brasileiros que muitos vieram de lá também.

Como eu já disse, essa não é a primeira vez que falo de algo produzido pela Bianca. No ano de estreia do blog e do nosso especial, o Pavê Trevoso, eu fiz uma resenha de Dora.

Quando eu li Dora, li sem expectativa nenhuma e me deixei levar pela tensão, suspense e a dúvida. Aproveitei a história conforme a narrativa ia se desenrolando e se desenvolvendo. Me prendeu de início ao fim e terminei a leitura completamente admirada pela inteligência de quadrinista da Bianca e pelo trabalho de uma qualidade excelente.

Dito isso, já sabia que seria mais dura lendo Alho Poró, esperando o tipo de jogo entre narrativa x visual que juntos formam uma combinação em que você não consegue parar de ler, totalmente envolvido na leitura. E felizmente, posso afirmar que isso não deixou de acontecer. Alho Poró me prendeu de início ao fim e ouso dizer que me deixou mais intrigada e curiosa para saber o que ia acontecer ainda mais do que em Dora.

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Arroz: a simplicidade carregada de fofura!

Já faz um tempinho que não falamos de quadrinhos aqui no blog, então achei que tava na hora de falar um pouco sobre essa gracinha que eu li há um tempo. Puxa uma cadeira e vem saber um pouco mais sobre Arroz, um quadrinho brasileiro da Ale Presser.

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#desafiopave: Cerulean: Belo, mas com seus defeitos

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[Descrição da Imagem: Foto da HQ, Cerulean, de Catharina Baltar. Ao centro, em um fundo esbranquiçado de uma mesa meio transparente, está a capa de Cerulean, com título em letra cursiva e branca, ilustração de uma sereia de cabelos azuis esverdeados de óculos, olhando fixamente para frente enquanto segura um celular com a tela brilhando em suas mãos, com a companhia de seu amigo axolote. Ao lado esquerdo, um marcador de página de uma das cenas da HQ, com Cerulean de corpo inteiro, vestindo óculos, uma camiseta, segurando em uma mão o seu amigo axolote e em outra o celular, com sua cauda de sereia à vista.]

Se vocês ainda lembram do #DesafioPavê, ele continua pleno e em pé, com as resenhas relacionadas ao desafio postadas sempre aos domingos. Estamos em maio e Cerulean foi a HQ escolhida para o mês de março, então sim, esse post está um tantinho atrasado, mas o que importa é que ele finalmente saiu! E caso você tenha perdido, pode conferir todas as resenhas relacionadas ao #DesafioPavê nesta página aqui, como a resenha de abril de As Lendas de Dandara feita pela Sol e O Enterro das Minhas Ex feita pela Mamá no domingo passado.

Cerulean é roteirizado e ilustrado por Catharina Baltar. O quadrinho começou com o Inktober – um desafio no qual artistas ao redor do mundo se propõem a desenhar todo dia durante o mês de outubro – e Catharina se propôs a tirar a sua personagem da gaveta e finalmente dedicar uma história completa para ela, fazendo uma página por dia no Inktober. A repercussão do projeto foi grande e com isso, depois de ajustes, acabamento e um desenvolvimento maior, Cerulean se tornou um projeto no Catarse e a sereia tomou forma física. Nós do Pavê descobrimos essa HQ na época em que ele ainda estava sendo financiado e tínhamos altas expectativas para ela. Afinal, uma HQ brasileira, feita por uma mina e, ainda, com uma sereia geek que usa óculos? Adoramos a ideia e algumas de nós estavam ansiosas. Eu, Lari, vou ser honesta e bem crítica nesta resenha. É sim um trabalho bem feito, poxa, é todo de aquarela e isso dá um trabalho enorme, tem muitos aspectos positivos, mas, no geral, eu esperava bem mais.

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#desafiopave: Black Silence, ficção científica brasileira em quadrinhos

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[Descrição da imagem: Foto da capa do quadrinho. Na capa, há a imagem de uma mulher negra e cabelo branco na altura do pescoço, estando de perfil e com uma expressão severa. Ao redor, a imagem lembra o espaço sideral, com algumas partes de um triângulo preto surgindo por trás dela. Acima, o título, “Black Silence”, e abaixo, o nome da altura, “Mary Cagnin”. Ao lado, a foto de um marca-texto com a mesma imagem da mulher.]

Na nossa listinha de quadrinhos, o escolhido para fevereiro deveria ser uma ficção científica (escrita por autora mulher, como todos os quadrinhos da lista). E assim chegamos a Black Silence, história em quadrinhos publicada de forma independente em 2016, da autora Mary Cagnin, que utilizou financiamento coletivo no Cartase para tanto (pausa para declarar meu amor pelas obras que os financiamentos coletivos nos proporcionam!).

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Você vai querer conhecer Lizzie Bordello e as Piratas do Espaço

Quatro piratas, uma nave que viaja pelo espaço (e tempo) e várias confusões diferentes. Já parece uma premissa incrível, né, não? E se eu disser que além de tudo isso, Lizzie Bordello e as Piratas do Espaço é um quadrinho brasileiro, divertido, recheado de representatividade e todo trabalhado na sororidade?

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