3 jogos de celular pra morrer de fofura

joguinhos mobile

Antes de começar esse post, eu preciso fazer uma confissão: eu sempre fui péssima com video games. Meu irmão, apaixonado por Assassin’s Creed e game plays de vinte mil horas, até que tentou. Várias vezes. Mas eu sempre fui terrível. Nunca tive coordenação motora ou paciência pra tentar aprender. Quando meus amigos inventavam de jogar Mario Kart, eu era a trouxa que virava o carro pro lado errado e travava na primeira curva.

Até que eu descobri o mundo dos joguinhos de celular. E fiquei meio viciada. Parando pra pensar, um dos primeiros que me prendeu de verdade foi nada mais nada menos do que o famoso Kim Kardashian: Hollywood, com todas as suas roupas, trabalhos de modelo, casas pra comprar e decorar e tudo mais. Até que eu cansei e larguei. Mas a semente ficou plantada lá.

Desde então, joguei um ou outro jogo, me aventurei com Dream Daddy no notebook e nunca larguei Neopets de verdade, mas então Pokemon Go chegou no Brasil e eu voltei pro buraco. Então, no post de hoje, vou apresentar mais três joguinhos pra passar o tempo, admirar a fofura e destruir a bateria do seu celular! :’)

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The Path: as dores e perdas de amadurecer

The Path 1

Na Sexta Livre de hoje trazemos mais um post do universo dos games e mais uma coisinha especial: um convidado escrevendo sobre! Joris veio trazer um pouco das suas impressões sobre o jogo The Path, para que trilhassemos juntos essa jornada.

Enfrentar pela primeira vez o significado da morte. Levar “rasteiras” de pessoas que confiávamos e resolvem nos trair. Lidar verdadeiramente com o sexo, com o qual apenas enxergávamos sob uma aura misteriosa e ao mesmo tempo atraente. Descobrir que há coisas terríveis sobre nós mesmo, características que não gostaríamos de possuir. Tantas e tantas experiências que nos traumatizam. E nos fazem crescer.

Crescer é aterrorizante.

Crescer significa questionar o que os seus pais, familiares e professores te ensinam que é certo desde que você é pequeno. Crescer significa também saber que as respostas estão a nosso alcance, apenas esperando para serem descobertas, mas para que façamos isso, nós precisamos sair da Trilha.

Precisamos sair do caminho que nos ensinam ser o mais seguro e correto para explorar os lugares estranhos e misteriosos, onde se escondem sentimentos e desejos novos. O ato de explorá-los é assustador e desorientador, mas nós precisamos fazer isso porque se continuarmos na Trilha e nunca explorarmos a floresta escura e estes sentimentos, nós jamais saberemos nada sobre a vida e sobre nós mesmos.  Viveremos uma mera projeção da Trilha que traçaram para nós.

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8 jogos e suas incríveis mulheres para esse 8 de Março

O post de hoje é, de certa forma, pretensioso. Primeiro, começa pelo fato de estar sendo escrito a quatro mãos, as de Paulo e Marina. Depois, ainda buscamos inseri-lo no contexto desse mês, no qual os movimentos se organizam para pautar com mais força a questão da luta das mulheres, considerando o 8 de Março, Dia Internacional da [Luta] das Mulheres. Para completar, ainda tem como tema a representatividade feminina no mundo dos jogos. Mas nos desafiamos a realizar esse texto e cá estamos!

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[Descrição de imagem: Lara Croft na frente, encarando a câmera, com o corpo e a roupa toda suja. Ao fundo vemos um pouco da paisagem do lugar embaçada, com várias casas.

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6 Jogos Indies Para Dar Aquela Famosa Chance

Eu sempre gostei de uma boa história, seja ela na forma de um filme, um livro, uma série ou um jogo. Se os personagens, o plot e o mundo criados são interessantes, existe uma grande chance de eu me interessar. E é por isso que eu tenho uma paixão tão grande por jogos: existem tantos que exploram coisas que nós nunca imaginamos, e, com a evolução da tecnologia, a qualidade deles só tende a aumentar.

Claro, existem empresas de jogos (oi, EA) que só querem lucrar e acabam despejando centenas de jogos de má qualidade por aí. Mas é aí que entram as empresas indie. Assim como tudo que é indie, a maioria dessas empresas é pequena e conta com pouco apoio para lançar seus produtos, mas via de regra produz coisas maravilhosas e que não são tão apreciadas quanto deveriam. Aqui separei 6 jogos indie que me tocaram e me fazem retornar a eles de tempos em tempo.

Obs.: os jogos nessa lista são escolhas totalmente pessoais e representam somente a minha opinião.

bpj

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