O senso de justiça explorado em Death Note

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#pracegover: L, mordendo seu dedo, ao lado de Light.

Sim, está na hora da gente falar aqui no Pavê sobre o melhor mangá e anime já feito. A decisão é unânime entre os fandoms – enquanto discutimos se é Bleach, Naruto, One Piece, se alguém interromper e falar Death Note, todo mundo abaixa a cabeça e diz amém.

Death Note é um mangá revolucionário dentro do gênero, e vamos contar direitinho o porque nesse post. Após dez anos de seu encerramento oficial, ele ainda continua na memória ativa de todos, e ainda vai ganhar uma adaptação da Netflix em versão filme no final do ano. Vamos falar nesse post sobre o mangá, o anime, e o porque de não assistir o filme da Netflix.

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#desafiopave: Fullmetal Alchemist, uma introdução

Continuando os posts do #desafiopave, dessa fabulosa listinha de leituras, que além de livros também incluímos quadrinhos e filmes, venho aqui falar do primeiro quadrinho (no caso, mangá) e uma das leituras do mês de janeiro: Fullmetal Alchemist.

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[Descrição da Imagem: Capa do volume 1 de Fullmetal Alchemist publicado no Brasil, pela JBC, edição especial em fundo preto. Na capa temos o título Fullmetal Alchemist, abaixo do nome da autora, Hiromi Arakawa, o número O1 em uma faixa vermelha ao lado direito e abaixo, no centro, uma ilustração de Alphonse e Edward Elric, com partes de um círculo de transmutação no inferior da capa.]

Pra quem não conhece, Fullmetal Alchemist é um mangá do estilo shōnen escrito e ilustrado por Hiromi Arakawa (aka uma das mangakás que você mais respeita), e o sucesso foi tanto que além das adaptações para a tv, em forma de série animê em duas versões: Fullmetal Alchemist (2003) e a Fullmetal Alchemist: Brotherhood (2009); também foram produzidos dois filmes de animação, uma light novel e um filme live-action que tem previsão de estreia para esse ano. Talvez levada por essa hype do novo filme ou talvez só a hype dos fãs pelo amor a essa história, finalmente a JBC relançou o mangá numa edição de colecionador bem bonitona, muito mais duradora que a primeira edição lançada aqui no Brasil e vai ter 27 volumes assim como a versão original japonesa.

A história completa é dividida em 108 capítulos, enquanto na primeira edição do mangá lançado no Brasil tivemos 54 volumes e dois capítulos em cada volume, nessa nova edição cada volume contém quatro capítulos cada. Logo no primeiro capítulo, os dois protagonistas da história, Edward e Alphonse Elric, aparecem numa cidade como forasteiros e só o que se sabe são que os dois são alquimistas e não se sabe direito quem são eles ou porquê eles estão ali.

O universo que Hiromi Arakawa criou se passa numa época semelhante ao período após a Revolução Industrial Europeia, onde temos como protagonista também, a alquimia. Ed nos explica desde o começo que o princípio mais importante da alquimia é a lei da troca equivalente, ou seja, se quiser obter alguma coisa, precisa pagar um preço à altura. Não só essa é a base da alquimia, como a base da história.

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