5 motivos para amar Cinderella (1997)!

Todo mundo deve conhecer a história da Cinderela. Um clássico dos clássicos né. É um dos contos de fada que mais tem adaptações cinematográficas, tanto da forma clássica como em releitura moderna. Mas você conhece o Cinderella de 1997?

Descobri esse filme de ouro graças à miga Lorrane e desde que soube da existência dele, não paro de pensar a respeito. É um filme da Disney feito para televisão, então só não é O FILMAÇO que poderia ser por ter um orçamento muito menor do que grandes produções e consequentemente, pouca distribuição também. Mas isso não impede o filme de ser completamente encantador como uma boa história de conto de fadas é.

Bom, essa foto de capa de post sozinha é motivo o suficiente para amar a existência desse filme. Olha essa foto!!! Mas vou falar um pouco sobre esse filme e porque ele é tão incrível. Caso você tenha oportunidade de assisti-lo um dia, por favor, nunca te pedi nada!

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Os encantos e lágrimas em O Rei do Show

O filme O Rei do Show (ou The Greatest Showman), dirigido por Michael Gracey, é daqueles exemplos perfeitos da possibilidade de se deliciar com algo quando suas expectativas estão baixas. Ao ver o trailer da obra, esperava que iria me divertir com o estilo musical e uma história cheia daqueles clichês melodramáticos feitos para nos obrigar a chorar. Eu realmente tive o que esperava, mas ainda mais.

A história é baseada na vida de P. T. Barnum, que ficou conhecido por apresentar ao seu público coisas inusitadas, fossem pessoas consideradas “excêntricas” ou “bizarras”, fosse um fóssil de um gigante. Também pode-se atribuir a ele a existência do circo moderno. Muitas vezes as curiosidades apresentadas por Barnum eram meras ilusões, o que não impedia que as pessoas se divertissem e fossem entretidas, debate que é citado diversas vezes durante o filme.

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Por trás da música em La La Land

Em um primeiro momento, somos introduzidos ao plano-sequência de pessoas abandonando seus carros para dançarem e cantarem na ensolarada Los Angeles no verão. E é com a introdução desta estação e o clima ameno que começamos a embarcar na história do filme. La La Land conta a história de Mia (Emma Stone), uma aspirante a atriz que trabalha em um café dentro das locações do estúdio da Warner Bros, e Sebastian (Ryan Gosling), um pianista de jazz que encontra sua paixão de forma um tanto tradicionalista.

Nos primeiros minutos de filme, podemos perceber a idealização das personagens, buscando seus sonhos com certa arrogância ao se precipitarem ou contarem vantagem enquanto tentam alcançar exatamente o que desejam. Mia e Sebastian acabam se conhecendo e iniciam um conflituoso relacionamento a princípio que vai se dissipando e transformando-se em canções conforme o filme avança. A construção da relação das personagens é marcada com as estações do ano, cada uma correspondendo a um momento de suas vidas e a forma que se encontravam em relação ao outro. Enquanto Mia é recusada diversas vezes e busca sempre ir atrás de sua grande oportunidade como atriz, Sebastian sonha em ter seu próprio bar de jazz para tocar sua música de acordo como deveria ser.

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Pavê Mix: Então é Natal!

Scrooge se tornou uma pessoa melhor. Jack ficou fascinado com as luzinhas e o amor espalhados por todo canto. Grinch aprendeu a ser menos chato diferentão. Jack Frost foi visto pela primeira vez em muito tempo. John McClane salvou o dia. E todas essas histórias foram muito bem acomodadas ao Natal. Isso porque – segura que lá vem clichê – existe algo de mágico no ar durante essa época do ano! Família, reencontros, perdão, amizade, amor… Dezembro traz um calorzinho pros nossos corações e isso é muito bem representado na ficção. Então vem com a gente nesse Pavê Mix que veio pra trazer umas dicas de coisinhas amor pra assistir durante o Natal!

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[Descrição da imagem: A personagem Angie, de RENT, vestida com um vestido Natalino, segurando dinheiros em suas mãos, olhando para o lado. A sua volta vemos o apartamento e sua decoração, que inclui uma bicicleta encostada numa viga.]

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Crazy Ex Girlfriend: a influência da depressão no amor.

Se você já esteve apaixonado por alguém você provavelmente já fez alguma coisa levemente fora do normal. Talvez você tenha começado a beber cerveja, ou gostar de boxe ou, em um caso extremo, feito uma tatuagem (se você fez isso eu realmente espero que você não tenha se arrependido dela. Tipo, realmente espero, do fundo do meu coração). Mas você provavelmente não largou um emprego com um salário absurdamente alto e se mudou pro outro lado do país por um ex que você namorou aos 16.

Bem, Rebecca Bunch (Rachel Bloom), da série Crazy Ex-Girlfriend (criada pela própria Rachel), fez isso.

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Hamilton: Uma Revolução

Demorei muitos anos para gostar de musicais. Quando eu era pequena gostava bastante dos da Disney, e um dos filmes favoritos da minha avó era “A Noviça Rebelde”. Mas mesmo assim eu não conseguia entender a ideia de uma história contada exclusivamente através de músicas. Como assim as pessoas saem do nada cantando? Todo mundo junto? Com coreografia e tudo? Isso nem faz sentido!

Demorou anos e anos para eu finalmente me convencer a dar mais uma chance para os musicais, e confesso que foi por causa da Anne Hathaway e dos Miseráveis. Não estava inteiramente convencida a assistir, mas acabei indo porque estava indicado ao Oscar e eu gosto de ver todos os filmes da premiação. Imagine a minha surpresa quando chorei o filme inteiro (e encharquei o lenço que meu pai tinha levado). Saí do cinema cantando “Do You Hear the People Sing?” a plenos pulmões e por água abaixo foi a minha teoria de que eu não gostava de musicais.

Veja bem, demorou mais um pouco para eu entrar nessa onda dos musicais. Reassisti a Noviça Rebelde. Assisti Rent e ouvi Wicked, e nem sempre gostei da primeira vez. Foi uma iniciação feita aos poucos, com calma, daquele tipo que você joga o sapo na panela e esquenta a água aos poucos. Ouvi o Rei Leão (que eu gostei), Grease (que eu já gostava), Fantasma da Ópera (pelo qual me apaixonei de novo), Mamma Mia (o meu gosto é meio duvidoso mesmo),  Into the Woods (que achei sem graça) e Chigago (que eu amei muito). Foram muitos musicais, mas ainda assim nenhum deles conseguiu evocar a mesma emoção que eu senti vendo Os Miseráveis.

Até que eu ouvi Hamilton ano passado.

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