Hyori’s Bed & Breakfast: o reality show que você precisa ter na sua vida

Nessa sexta-feira vamos te indicar um reality show que vai  aquecer o seu coração e te fazer sorrir do primeiro até o último episódio. Você está preparade para se apaixonar por Hyori’s Bed & Breakfast?

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Os melhores lançamentos de k-pop: janeiro e fevereiro

Demorou, mas o k-pop voltou para o Pavê. E voltou trazendo o melhor que rolou nesses dois primeiros meses de 2018. Segura o coração porque teve muito lançamento bom, e para todos os gostos. Então se aconchega na cadeira e vem com a gente para conferir os melhores lançamentos até o momento.

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Let’s Eat: um dorama para quem ama boas histórias e culinária

De acordo com a lenda, no Brasil o ano só começa depois do Carnaval. E por isso hoje, na quarta-feira de Cinzas, o Pavê te apresenta a um dorama para começar o ano com o pé direito e que vai te fisgar pelo estômago e pelo coração.

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[#PraCegoVer: Da esquerda para a direita temos os personagens Kim Hakmoon, Lee Sookyung, Koo Daeyoung e Yoon Jinyi. Cada um deles está rodeado pelos mais diversos pratos.]

Let’s Eat é um dorama que mistura romance, amizade, mistério e muito foodporn. Garanto que é impossível não se encantar por essa história.

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Tartarugas até lá embaixo é o melhor livro de John Green, mas ainda tem problemas

Um dos desafios da dor, seja física ou psíquica, é que só conseguimos nos aproximar dela através de metáforas. Não temos como representá-la como fazemos com uma mesa ou um corpo. De certo modo, a dor é o oposto da linguagem.

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[Descrição da imagem: Num fundo branco, aparece em destaque a capa do livro “Tartarugas até lá embaixo”, de John Green. A capa é bege e tem uma espiral na cor laranja afunilando-se enquanto chega à extremidade da capa. Ainda, é possível ver o selo da Editora Intrínseca e, também, ao lado do nome do autor, lê-se “autor de A culpa é das estrelas”.]

Resolvi começar o post de hoje com essa citação de Tartarugas até lá embaixo, do John Green, porque ela sintetiza o que é esse livro e o que John Green tenta fazer ao longo de suas 266 páginas.

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Sonhos que ganhei: uma coletânea de espírito natalino

Falta exatamente uma semana para o Natal e dá pra sentir que o clima natalino dominou todos os lugares, não importa por onde você ande. Algumas pessoas esperam o ano todo para poder decorar a casa, comprar presentes e preparar uma ceia farta; outras, torcem para que o mês de Dezembro passe logo e leve todas as guirlandas e músicas natalinas com ele. Para os que amam e para os que odeiam o Natal, a coletânea Sonhos que ganhei, de Solaine Chioro, é a companhia perfeita nessas festas de fim de ano.

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[#PraCegoVer: Ao fundo, está uma árvore de Natal com diversos enfeites vermelhos com detalhes dourados, e no primeiro plano, vê-se um Kindle mostrando a capa de um ebook onde se lê ‘Sonhos que ganhei – Solaine Chioro’.]

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Greenleaf: real demais para ser ignorada

No começo do ano, chegou à Netflix Brasil uma das séries mais polêmicas de 2016. Uma série produzida por ninguém menos que Oprah Winfrey e que aborda temas como pedofilia, corrupção, homossexualidade e religião. Porém, não vi muitas pessoas falando sobre ela.

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[Descrição da imagem: À frente, vemos duas garotas se olhando — Sophia e Zora, uma mulher (Mavis) as observa, enquanto um homem com vestes litúrgicas (Bispo James) está sentado numa cadeira imponente e segura a mão de uma mulher (Mae) que está em pé ao seu lado. Ao fundo, é possível ver um homem (Mac) olhando para o lado. De costas para a cena e encarando a câmera, encontra-se Grace.]

E é por isso que hoje, assim que terminar de ler esse texto, quero que você corra para a Netflix e assista a série Greenleaf, ela é real demais — e boa demais, pra ser ignorada.

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Dia de domingo: uma história sobre descobertas

Quando tenho um post de palê para fazer sempre me bate uma dúvida e culpa terrível: nunca sei sobre o que escrever e também fico me sentindo mal por não estar lendo tantos livros — apesar de estar quase batendo a minha meta anual de leitura no Goodreads.

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[Descrição da imagem: Sob um fundo branco, é possível ver um Kindle que mostra uma tela que lê “Dia de Domingo. Olívia Pilar.”]

Com a correria do dia a dia vai ficando cada vez mais difícil ler, principalmente aqueles livros grandes, com mais de 300 páginas, que estão lotando as minhas estantes. Para não perder o hábito da leitura comecei a investir em contos; e hoje quero compartilhar a minha mais nova descoberta, um conto que em poucas páginas aqueceu o meu coração e me fez refletir bastante. O post de hoje é sobre Dia de domingo, de Olívia Pilar.

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