[Resenha] Cada Um na Sua Casa (Home, 2015)

 

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Aproveitando a deixa da chegada da primavera e dias de muito céu azul e sol radiante, hoje venho aqui indicar uma animação vibrante, leve, cheia de aventuras e com muito coração. Mas mais do que apenas um bom entretenimento, Cada Um na Sua Casa é um dos poucos longas metragens de animação com uma protagonista negra e esse é um dos principais motivos que me levaram a assistir ao filme e também a vir falar dele aqui no Pavê.

Caso você não tenha visto, eu falei um pouco sobre representatividade na área de animação nesse post aqui e, naquele post, me concentrei em falar sobre curtas. Mas e os longas? Sabemos o quanto representatividade é algo muito necessário e que precisa melhorar e muito, não deixamos de repetir isso sempre. Mas e quanto ao que já foi e está sendo feito? Aposto que se discutirmos sobre a escassez de personagens diversos e representatividade em animação, e nesse caso específico de longas metragens, quem está ligado nos últimos filmes vai comentar: Mas Larissa, e o filme Cada Um na Sua Casa, de 2015, com uma protagonista negra? Pois então! O holofote hoje é dele mesmo.

Quantos filmes de animação com protagonistas negras você já assistiu? Deve dar pra contar em metade de uma mão. E os de grandes estúdios então? Apesar da escassez, é algo que aos poucos está mudando. No mesmo post sobre Os Heróis de Sanjay comentei sobre uma produção em andamento. Cada Um na Sua Casa faz parte dessa pequena porcentagem e, devo admitir, tinha baixíssimas expectativas; mas o filme acabou me cativando e surpreendendo.

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Strong Girl Bong-Soon: o dorama que você não sabia que precisava

O post de hoje vai te apresentar a um dos melhores doramas do ano, que é puro girlpower e acabou de entrar no catálogo da Netflix. Vem conhecer Strong Girl Bong-Soon!

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[Descrição da imagem: Bong-Soon levanta um carro com apenas uma mão enquanto Minhyuk e Gukdoo a observam, com espanto.]

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Livro “Eu, Robô” e seus dilemas éticos

Eu, Robô - Aleph

[Descrição da imagem: Está apresentada a cabeça de um robô, cortada, focando nos seus olhos.]

Comecei a ler Eu, Robô a partir da ideia de enveredar no universo construído por Isaac Asimov, grande nome tanto da literatura no geral quanto no gênero ficção científica. Procurei em alguns sites sobre como seria a melhor ordem de leitura para tanto e essa obra é indicada como uma boa introdução.

O livro é um dos principais clássicos da ficção científica, sendo formado por nove contos que se entrelaçam através de alguns aspectos e personagens em comum, mantendo uma coesão entre si. As histórias de cada conto são contadas por Susan Calvin, ou dra. Calvin, psicóloga roboticista, sendo entrevistada já quase no fim da vida.

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Fazendo Ana Paz: sobre a formação de um personagem

Você sendo ou não escritor é sempre interessante ler sobre o processo criativo de outros autores. Entender melhor como aquela pessoa desenvolve e elabora suas histórias e personagens acaba sendo uma jornada que para nós, amantes dos livros, incrível de ser percorrida. Hoje vamos falar um pouquinho sobre a obra Fazendo Ana Paz, da Lydia Bojunga, que trata justamente disso.

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